Ronald aponta uma falácia tosca proferida por um defensor das cotas para estudantes de escolas públicas. O raciocínio do cara foi este:
“O núcleo duro do Brasil, os poderosos, são contrários às cotas porque sabe que elas vão dar conhecimento ao povo. O país está desperdiçando talentos. Este talento são os negros, os indígenas, os pobres. No futebol somos heterogêneos e somos os melhores. Por que não podemos ser os primeiros na Educação?”
Coincidentemente, na minha aula de Avaliação de Políticas Sociais essa semana, tive conhecimento de um estudo, que mostra que o regime de cotas pode não ser uma boa forma de fazer esse pessoal acumular capital humano…